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13 de fev de 2012

EXTASE- ENTRE VAMPIROS



A noite foi realmente avassaladora, eles se perderam mais uma vez em seus desejos,  eternos apaixonados. Ao despertar pela manhã, Emini sente-se diferente, sua sede estava ainda mais forte, e seu desejo pelo sangue de seu amado ainda mais aguçado, então ela levanta, lentamente, para não espertar seu amado, precisa se recompor, ainda é dia, mas precisa estar alerta para quaisquer surpresas. Banha-se lentamente, lembrando-se de cada momento sórdido da noite anterior, amava cada segundo ao lado de seu amado. Mas hoje ela queria tudo diferente e assim o fez.
Após um banho longo e demorado, Emini decide colocar seu plano em ação.
Delicadamente ela entra no quarto, ele ainda dormia e ela sabia que se ele despertasse poderia ficar furioso com ela, então lentamente algemou-o nas grades da cama, e sentou-se a sua frente aguardando seu despertar. Naquele momento ele parecia tão impotente, mas ela sabia que na realidade aquelas algemas não o deteriam se ele realmente desejasse libertar-se delas, então simplesmente aguardou seu despertar. Só então ela se deu conta de quanto precisava daquele vampiro ao seu lado, e temia por esse sentimento que penetrava em seu ser quase sem querer. Logo que ELE despertou, ela sorriu e disse: - Hoje és minha presa Milorde... não poderá escapar!
Dizendo isso, deu um sorriso, mordeu seus próprios lábios até que vertessem o sangue que seu amado tanto gostava e beijou-lhe, e deliciou-se com isso.Lentamente, suas unhas roçavam o corpo de seu amado, fazendo-o tremer, ela podia ouvir seus gemidos e gostava disso. Queria provocar-lhe sensações, enlouquecê-lo mesmo por um instante, fazer-lhe se perder em seus braços. Ela conhecia bem os desejos humanos, mas não o do seu adorado vampiro, então começou o jogo de sedução, a procura de proporcionar tudo a seu amado. Tê-lo algemado ali... lhe dava um certo prazer, algo não identificado por ela, como se ela pudesse finalmente controlá-lo de alguma maneira, e ela gostava disso. Após beijar-lhe, ela simplesmente começou a lamber seu pescoço, queria que sua jugular saltasse.. então sussurrou ao seu ouvido, “amo-te Milorde, jamais se esqueça disso” e mordiscou sua orelha.  Enquanto isso suas mãos iam deslizando pelo corpo de seu amado, roçando lentamente as unhas pela sua pele fria, até chegar em seu peito, quando se lembrou do que fez, então beijou-lhe docemente. Hoje não tinha pressa, queria apenas ficar ali, sentir e ser sentida e nada mais, então continuou...tocava cada parte de teu corpo, deslizando suas garras, entre uma mordida e outra, sugando lentamente o sangue de teu amado, provando lentamente gota por gota, deliciando-se... até o ponto que decide encaixar-se perfeitamente em Allan, nesse momento ele liberta-se agarrando-a e cravando-lhe as presas em seu pescoço... ao mesmo tempo que ela crava seus dentes nele, êxtase total.. e se perderam mais uma vez.
* então o vampiro deixa q ela se movimente um pouco em cima dele.. o prazer q o cainita sentia era enlouquecedor, mas, num determinado ponto, ele a segura com força a fazendo parar e então a gira ficando por cima dela. Emini estava super excitada e pedia com seu corpo tremulo que o vampiro a possuísse avidamente, mas Allan entra dentro dela suavemente e fica, por um longo tempo fazendo um movimento de ida e vinda lento e cauteloso. Obviamente, mais interessado em leva-la a loucura do que ao orgasmo. Logo, morde o próprio pulso, enquanto ainda a possuía, e deixa q seu sangue pingue nos lábios dela. Nesse instante Emine se contorcia e implorava para q o gangrel a levasse ao êxtase.. então o vampiro sorri e vai parando seus movimentos deixando Emine completamente angustiada.. coloca a mão sobre os seios dela para acalma-la..ela estava entregue, mais maravilhosa do que nunca, mas não obteve o q queria, diferentemente dele... e num paradoxo inquietante o vampiro dá um sorriso lindo e descontraído, que somente ela conhecia..*

A CASA DE VIDRO



A quase uma década, mantenho o Anjo, enclausurado em meu castelo, esquecido pelo tempo, e por todos que um dia o conheceram.
O mantenho adormecido, para que não sinta tanto os efeitos daquela noite fatídica, quando nos entregamos ano nosso amor.
Mesmo sem querer, marquei-o suguei-lhe a vida que conhecia, dei-lhe outra, transformei-o em uma criatura bestial, mas com o coração manso.
Quando o vi matar pela primeira vez, vi a angustia em teus olhos, a dor que ia em sua alma, então decidi fazer isso, espero que um dia ele me perdoe.
A casa de vidro, finalmente está pronta, será sua ova residência, longe de tudo  e de todos que podem atingi-lo, e por isso que irei mandá-lo pra lá.
Não irá se recordar de nada, nem tão pouco de mim, encontrará a paz que precisa, será melhor assim, terá a floresta para caçar e ser livre, estará seguro.
Deixarei alguns de meus servos para ajudá-lo, será bem mais fácil assim.
- Tudo pronto, minha Senhora!
- Então vamos, já se faz tarde!
Saímos na calada da noite, levando nosso ilustre convidado, para sua nova residência, a viagem foi tranqüila.
-Deixo-te aqui , meu doce e amado Anjo, que os deuses tenham piedade da tua alma!
Dizendo isso, instruí meus servos, e parti de volta ao meu Castelo, precisava esquecer, recomeçar.
Mais uma década se passou,  e sabia que tudo estava bem, ainda podia senti-lo em mim, o pulsar do teu coração, o desejo do teu corpo, a ânsia da tua alma, parecia chamar-me, então, decidi visitá-lo,  sabia que ele não se lembraria de mim, pois havia cuidado disso pessoalmente, quando me apossei de teu sangue tão quente.
Estava anoitecendo, quando cheguei a casa de vidro, havia me esquecido de quanto ela era linda, os servos anunciaram minha presença e como foi solicitado e logo fui anunciada e convidada a adentrar.
Aguardei no salão principal, e por um segundo, me perdi em meus pensamentos, recordando-me dos mínimos detalhes, da preparação daquela residência, queria que tudo fosse perfeito e pra minha surpresa tudo estava ainda mais lindo com o toque pessoal do senhor daquela casa.
De repente ouço uma voz.
- Bem vinda Lady Drakon! – É uma honra recebê-la!
- Grata Milorde, por me receber, é uma honra conhecê-lo!
- Mas me diga Senhora, o que a trás a minhas terras, não costumo receber visitas, então estou curioso pra saber!
Nesse momento, notei que não tinha nenhum motivo lógico para estar ali, e calei-me por um segundo.
- Perdoa-me meu Senhor, estou apenas de passagem por essas  e tomei-me por curiosidade, por ver tão bela propriedade e decidi cumprimentar o seu proprietário.
- Agradeço suas palavras Nobre Senhora, és bem vinda em minhas terras, sua fama ultrapassa fronteiras. Venha, acompanhe-me, será uma honra, apresentar-lhe essa propriedade.
- Grata Milorde!
Acompanhei-o em silêncio, perdida em meus pensamentos, sobre a luz da amada lua cheia, como ele estava mudado, não era nem sombra daquele anjo que tanto amei.
Estava ainda mais forte,  seus olhos mais negros e misteriosos, e mesmo sem querer, deixei uma lágrima correr, tão disse:
- Milorde, preciso retornar aos meus, não me sinto bem, perdoa-me!
- Disse algo que a ofendeu? Algum problema?
- Não meu senhor, apenas não estou me sentindo bem, deve ser o calor, se me permite....
Fiz menção de me retirar, o mais rápido possível de sua presença, mas ele deteu-me, segurando-me pelos braços e disse:
- De maneira nenhuma, providenciarei aposentos adequados a tão bela dama, onde possa repousar e se recompor, não aconselho que atravesse a Floresta a essas horas,
- Grata, mas não será necessário meu senhor, minha comitiva me espera, estarei segura.
- Não permitirei que saia como está, repouse um pouco e depois se desejar, poderá partir, acompanho-a até a saída da floresta.
- Grata, meu senhor!
Dizendo isso, acompanhei-o novamente para dentro da casa, seus sevos me acompanharam até os aposentos a mim reservados.
Ao fechar a porta, pude dar vazão ao turbilhão de sentimentos em minha alma, entre nossas conversas notei, que ele possuía um ódio cravado em sua alma, e sabia eu era por mim.
Decidi descansar, me recompor, precisava sair logo desse lugar, estava frágil demais longe de minhas terras, devia tomar cuidado.
Passaram-se mais ou menos uma hora, quando ouço batidas na porta, era uma de suas servas!
- Minha Senhora! Meu Senhor, pediu para ver se a senhora esta melhor!
- Muito melhor! Diga-lhe que já estou descendo, por favor!
- Sim minha senhora!
Reuni todas minhas forças, para ocultar mais uma vez o que ia em minha alma, naquele momento queria apenas sair dali e nada mais, foi um erro vir até aqui, agora sei disso, então desci as escadas.
Quando cheguei ao saguão, notei aquele olhar tão terno, quanto me lembrava sobre mim, mas não durou muito, logo o olhar se tornou negro e frio, ele apenas observava-me calado, podia senti-lo em cada fibra do meu ser.
- Espero que esteja melhor Condessa!
- Estou sim, grata meu Senhor, agora realmente preciso partir, já tomei seu tempo demais! Se me permite...
- Não.... não permito! – disse ele sorrindo. É raro receber visitas, e a sua muito me agrada, permita-me oferecer-lhe uma taça de vinho, o melhor que já tomou! As uvas são cultivadas aqui e garanto a que não encontrará vinho de melhor qualidade que esse!
- Mas... está bem... apenas uma taça e nada mais!
- melhor assim, minha querida! Vamos acompanhe-me a um local mais arejado e tranqüilo!
Acompanhei-o pelo jardim, a Lua estava encantadoramente linda, e por um segundo me perdi em seu brilho.
- Ela não é tão fascinante quanto o senhora! – disse ele.
Senti-me corar e apenas sorri.
Nesse momento, chegam os servos com o vinho e nos acomodamos em nossos assentos.
- Um brinde minha Senhora! – disse ele levantando a taça.
- Brindemos a beleza da noite, e aos seres encantados da noite! – fui logo dizendo.
- Aos seres encantados! – disse sorrindo. És sempre assim?
- Não entendi Milorde!
- Perdoa-me, és sempre assim tão radiante, sua alma, é encantadora, sedutoramente perigosa.
- Não Milorde, apenas sob a luz da lua, sabes o que sou, e não podia ser diferente.
- Sei... o que pensas-te?
- Nada tão importante, isso guardo pra mim...
- Entendo... Preciso falar-lhe....  e por favor não fuja... não essa noite!
- Algum problema Milorde?
- Depende de você, cara “Duquesa”!
Nesse momento, tive a certeza que ele se lembrava de mim, pois apenas ele me chamava assim, então senti o coração gelar, mas como?
- Por favor... deve estar me confundindo.... não sou quem pensas que é.
-Tenho certeza que és, desde o momento em que a vi, reconheci você, minha adorada, estava esperando até quando manteria essa farsa.
- Não existe farsa nenhuma, Milorde, realmente não devia ter vindo, foi um erro!
- Acha mesmo? - Então me diga, quem és!
- Já disse sou Condessa Emini Drakon, líder de um Coven, e apenas estava de passagem por aqui!
- Mentira!
Nesse momento, senti a fúria dele, endereçada a mim, não queria feri-lo novamente, mas se necessário fosse me defenderia!
Vi-o se transformando, tornando-se um Lobo, ainda mais poderoso do que eu havia deixado aqui, a quase uma década.
- Gosta do que vê, Condessa?
- Chega! Pensei que pudéssemos ter uma conversa amigável, mas me enganei!
Levantei-me, abruptamente, precisava sair dali, o mais rápido possível, assumi minha imagem vampirica, com minhas asas, quando estava pronta para alçar vôo, ele simplesmente, virou-me e beijou-me.
Não era um beijo comum, sentia o ódio em suas veias, sentia que lançava em mim, todo o ódio, por tempos de solidão naquela casa, senti-me perdida, porque ao mesmo tempo que não desejava aquele beijo, precisava dele.
- Meu veneno é doce  e mata aos poucos.... – disse ele sarcástico.
- Eu sei disso...
Senti-me desfalecer, nos braços daquele que um dia amei.
Não sei por quanto tempo me mantive adormecida, sei apenas que quando despertei, foi difícil saber onde realmente estava, minha cabeça doía, meu corpo queimava, precisava de sangue, muito sangue.
Tentei levantar-me, só então notei, que estava acorrentada, e logo todos os últimos acontecimentos me vieram a mente.
Precisava sair dali, o mais rápido possível, me desvincilhar dessas correntes, voltar ao meu Castelo.
Tentei soltar-me mas foi em vão, então tentei me acalmar, e esperar que alguém adentrasse novamente no quarto.
As horas se arrastavam, e ninguém aparecia, estava a ponto de enlouquecer, quando a porta se abre, era ele...
- Vejo que já despertou querida!
- Solte-me! Ordeno que me solte!
- Não está em condições de ordenar nada querida!  Mas vou soltá-la... se prometer ficar boazinha, precisamos conversar!
 - Prometo!
- Não tens para onde ir, você mesma projetou essa casa, e sabe que não terá saída!
Dizendo isso, ele soltou as correntes, sua pele era quente, senti seu sangue pulsando, desejava teu sangue, ou melhor matá-lo. Mas me controlei.
- Não faça isso Condessa, está em meu território agora... – disse ele sorrindo.
Como conseguia ler minha mente, precisava bloqueá-lo, impedi-lo se saber o que pensava, então me concentrei apenas em mim, mais uma vez.
Não adianta minha rainha, estamos ligados esqueceu!
-Eu sei disso....!
- Agora está em meu “Castelo de Vidro”, e eu sei bem onde atacá-la querida!
- Não fará isso.... não quero machucar você!
- Tens medo de mim Condessa? Eu sinto... Por muito tempo, as pessoas tinham medo de ti, agora se inverteu a situação...rs
- Não... não tenho medo!
- Eu sinto você minha adorada, cada célula sua... vou dizer-lhe uma coisa.
- Não pretendo machucá-la, pelo contrário....Queria trazer a lua pra bem mais perto de você!
- Sabe que ela mexe comigo, não deveria!
- A gente molda ela, em pequenas doses, intensa.. de magia e sedução.
- É a magia dela que nos mantem vivos, envolve nossas almas. Descobri que não posso mantê-lo aqui...
- Sim profunda e intensa, com seus caninos em meu corpo. Porque? Sou vulnerável?
- Não....
- Digas.... não me esconda nada “Duquesa”
- Jamais! Apenas prefiro as paredes do meu Castelo, é onde devia ter mantido você! Entre as paredes do Castelo!
- É de onde vem sua força Duquesa, e lá sou sua presa fácil, eu estive lá... em seus aposentos.... enquanto estava adormecida. Subi as escadas, era uma noite de ventos fortes, as cortinas longas brancas. Se entrelaçavam sobre os quartos, as portas se fechando, e no final do corredor, uma única luz, aliás, eram varias velas acesas em seus castiçais dourados, pude vela de costas, com um vestido vermelho... aberto nas costas... suas siluetas marcando, seu perfume preenchia todo o castelo. Pude ler seus pensamentos....”-Venha meu amado anjo, não temas, segure minha mão... quero sentir você de perto.....
-E você se rendeu... – disse rispida.
-Sempre... quero!
- Amo-te.... e essa foi a minha perdição.... disse entre lágrimas.
- Foi a nossa perdição minha adorada. Ti quero “Duquesa”, como Rainha, como Loba, como Vampira, seja o que for... adoraria estar em seu Castelo novamente, na nossa Floresta, seja lá onde for, e contemplar...
- Então.. Deixe a casa de vidro se desejar....
- Já deixei a décadas, você sabe disso... Mas queria estar perto de quem me queira, me deseja como homem, seu rei, seu mestre...
- Meu querido....
- Minha “Duquesa”, adoraria sentir seu gosto novamente,sua pele reagindo a minha.....
- Já fizemos isso antes, e nos perdermos um no outro.... você sabe disso!
- Eu sei.... ti quero, desejo você pra mim...
- Sou sua... você sabe disso!
- Então porque estamos longe?
- Porque.... é assim que tem que ser...
- Não... não me contento com isso... preciso fazer algo... por nós.
- Estaremos juntos meu amado anjo... no momento certo... sabe disso....
- Minha “Duquesa. Lutarei por você, enfrentarei muitos clãs, caso seja necessário.
- Não... não desejo isso meu amado, quero-te apenas aqui... em meus braços por mais uma noite!
- Achei que queria pelos seus dias!
- Pela eternidade meu adorado, sabes bem disso.... és minha vida... e meu dever é cuidar de você! Perdoa-me!
- Pelo o que fez a mim? Não há o que ser perdoado... bem o sabes!
- Afastei-o de tudo que ia em seu coração, seus amigos, teu mundo!
- E me afastou de você mais uma vez! Porque?
- Foi necessário... bem o sabes, juntos somos ainda mais fortes e perigosos!
- Mas amo você, enfrentaria a tudo e a todos por você!
- Por isso mesmo, preciso que se mantenha distante... não pretendo vê-lo morrer em uma batalha!
- Esqueceu-se que não sou mais o anjo indefeso querida? Sou bem mais que isso, quando sorveu minha alma, levou também meu coração, mas deu-me muito mais em troca, sabe disso!
- Mesmo assim! Quero-te.. mais que a mim mesma... mas quero-te assim, protegido, dos olhos humanos, da humanidade, de todos que puderem te ferir um dia! Morreria se acontecesse algo contigo, bem  o sabes... por isso fiz o que fiz!
Lentamente meu coração foi se acalmando, sabia esse meu destino, estar ao lado daquele que amei.. daquele que destrui por completo, e ressussitei-o, não teria mais desculpas para isso, e ele sabia disso...
- Apenas mais uma pergunta, minha querida....
- Diga....
- Se prometer não mentir.....
- Prometo....
- Porque fez isso comigo, preciso entender, poderia ter me matado, como fez com tantos outros, que encontrei na floresta...e deu-me uma vida... uma nova vida...
- Porque.... não poderia matar você... entre todos você foi diferente... amou-me pelo que eu era, não tinha medo de mim...
- Nunca... Amo você Emini Drakon!
Dizendo isso, ele se aproximou, e beijou-me, um beijo terno, quente, era tudo o que precisava naquele momento, para poder me acalmar.
Lentamente, deixei-me envolver por aquele ser encantador a minha frente, não podia lutar contra isso, não agora, amava-o mais que tudo, e fizemos amor, esquecendo-nos de tudo e todos ao nosso redor.
Ao anoitecer, ainda podia senti-lo em mim, seu desejo, sua carne, seus beijos, levantei-me lentamente, vesti-me... e parti para minhas terras.
Não me perguntem o porque! Não saberia responder. Meu destino foi traçado, e eu sei disso, então aguardo nosso próximo reencontro.